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Foto: Uri no campo de jogo. |
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Tudo começou com uma brincadeira a quase sete anos atrás. Hoje, com 15 anos de idade, Uri Bogoslawsky vê o golfe, não apenas como parte da sua vida, mas sim, como seu grande objetivo.
Uri, que é filiado pelo Alphaville Graciosa, será um dos representantes da FPCG no XX Campeonato Amador Juvenil de Golfe, o maior torneio juvenil e pré-juvenil do Brasil, que será realizado no Dahma Golf Club em são Carlos –SP.. No ano passado ele foi campeão da sua categoria, agora, neste ano de 2009, os desafios aumentarão: Uri mudará de categoria – sai da pré-juvenil e entra na juvenil-.
Na entrevista em que fizemos com nosso jovem atleta, ele falou dos desafios do campo e de como está se preparando para o campeonato.Confira!
Você vai em busca de defender o título na sua categoria. Como está a ansiedade?
Na verdade não estou defendendo o título, já que ano passado eu ganhei na categoria Pré-Juvenil e esse ano estou lutando pelo título Juvenil. A respeito da ansiedade, acho que com o tempo e torneios que já joguei, ganhei bastante experiência com relação a isso e acredito que estou aprendendo a controlá-la.
Como você está se preparando para o Amador?
Pelo motivo de eu estar em férias, tenho treinado o máximo possível.
Antes de qualquer competição, os jogadores sempre projetam e mentalizam o que vão fazer e quais resultados esperam alcançar. Para o Amador Juvenil, o que você projetou?
O Amador Juvenil é o torneio mais importante entre os juvenis que acontecem durante o ano. Eu pretendo jogar o melhor possível e se tudo der certo como conseqüência a vitória. Esse torneio é válido para o Ranking Brasileiro Juvenil, e por isso é muito importante pontuar bem para ficar bem colocado no Ranking e por conseqüência jogar torneios internacionais.
No golfe joga-se, principalmente, contra o campo. Você conhece o campo do Dahma? Quais são as dificuldades do campo?
Eu joguei o Aberto do Brasil do ano passado que aconteceu no Dahma, um torneio profissional onde poucos amadores são convidados. Por ter sido um torneio profissional, os tees de saída estavam no fundo e as bandeiras colocadas em posições difíceis. Para o Amador Juvenil acredito que o campo vai estar um pouco mais fácil, mesmo assim, o vento sobre o campo do Dahma influencia bastante, além de bancas colocadas estrategicamente.
O que você vê de positivo e negativo nos seu estilo de jogo?
Eu me considero uma pessoa concentrada, o que influencia positivamente no meu jogo, já que consigo voltar para o foco depois de um buraco ruim. Um ponto negativo no meu jogo é que nos últimos 3 ou 4 buracos, que são geralmente os decisivos, eu perco um pouco o foco e não me saio tão bem como poderia, mas estou aprendendo e pretendo melhorar.
Qual a importância da FPCG na carreira até agora?
A FPCG tem me ajudado muito. Nos meus primeiros 3 anos de golfe joguei todos os torneios da federação, o que me fez ganhar experiência e ritmo de jogo. Além disso, joguei dois interfederações, por sorte ganhamos os dois. A FPCG tem sempre me ajudado em tudo que preciso e só tenho o que agradecer.
Quais são as suas pretensões no golfe?
Minhas pretensões são altas, meu objetivo é jogar algum Tour de importância mundial como o PGA Tour ou o European Tour. Mas tudo ao seu tempo, por enquanto pretendo acabar bem colocado tanto no Ranking Brasileiro Juvenil quanto no Brasileiro Adulto.
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