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    COLUNA DE 24/06/2011
27/06/11
Golfe Mania
       
 
 


OS CONCEITOS DO ESPORTE



- O jogo - O equipamentos - O campo - As regras - O swing -
 
 

O JOGO


O objetivo do jogo é embocar a bola em um buraco (hole) marcado com uma bandeira (Pinn), partindo de um local pré determinado (tee) , em menos tacadas possíveis (strokes). O vencedor será aquele que fizer menos tacada no total (stroke play), ou no buraco (match play). No segundo caso, aquele que ganhar o maior número de buracos.
Para tanto, o jogador deverá golpear a bola com um taco, através de um movimento circular ao redor de seu corpo, chamado de swing. Se usar outra parte de seu corpo, como seu pé para chutar a bola, por exemplo, incorrerá e penalidade.
O jogo é desenvolvido em 18 buracos, variando a cada campo o número de tacadas estipuladas, conhecido como PAR. Na verdade, cada buraco terá o PAR 3, 4 ou 5 (raros são os PAR 6) e a soma de todos os buracos dará o PAR do Campo.
O jogo poderá ser jogado solo, ou em até 4 parceiros, formando uma quadra. Alguns Campos permitem que se jogue em até 5 golfistas.
A ordem de saída dos jogadores será definida pelo Handicap (índice médio de tacadas acima do PAR), através de sorteio ou será iniciado por aquele que fez menos tacadas no buraco anterior (honra).
O jogo não termina quando o último jogador embocar sua bola no buraco 18: segue-se então para o “Buraco 19”, o Bar do Golfe, onde o cartão de anotação de cada jogador será conferido, somado, diminuído o Handicap, assinado e colocado na caixa de cartões .

OS EQUIPAMENTOS


Tacos –
madeiras, ferros, putter, wegdes
Bolas –
mole ou dura, branca ou colorida
Luva –
couro ou sintética, destro ou canhoto
Tee –
madeira ou plástico
Bolsa –
Com ou sem tripé, em couro ou naylon, até 14 tacos
Sapatos –
com ou sem travas (spike) , em couro ou sintético
Vestuário –
Calça ou Bermuda de golfe, Camisa Pólo
Boné -
ou chapéu em estilo próprio
Marcador –
especial ou apenas uma moeda.
Arrumador de pique –
ferramenta para repor a grama na marca feira pela bola. Pode ser um tee.
Caddie –
aquele que carrega a bolsa
Protetor Solar -
jamais ir ao campo sem, pois o tempo de exposição é excessivo, cerca de 5 horas para um jogo completo.
Toalha –
Limpar a bola e o taco, as mãos e o rosto.

O golfista deverá possuir, no mínimo, um taco e uma bola para poder jogar, sendo que estes tacos podem chegar a um número de 14 em sua Bolsa (mala especial), que carregará quantas bolas (especiais para o jogo) achar necessário para jogar, eis que muitas podem ser perdidas durante uma partida.
Um golfista poderá ou não usar uma luva, geralmente na esquerda para os destros, na direita para os canhotos. As melhores são feitas de Cabreta (couro) como podem ser feitas de tecido sintético, mais baratas e duráveis.
Se quiser, a cada Box (tee) de saída, poderá usar um Tee, pequena peça de madeira ou plástico, parecido com um prego, que serve para apoiar a bola, levantando-a acima do solo, o que facilita a batida.
Os sapatos são especiais para o jogo, pois em sua sola possuem travas especiais, visando dar estabilidade durante o movimento de bater na bola (swing). Mas tênis também são permitidos. Deverão ser à prova d’água, uma vez que caminhamos na grama, úmida devido ao tempo ou à irrigação.
As roupas poderão ser calças ou bermudas no modelo de golfe (em geral de Sarja até o joelho) sendo as camisas modelo Pólo. Bonés ou chapéus, além de proteger contra o sol, ajudam a mirar, pois tiram a luz dos olhos. Óculos conforme a preferência do jogador. Abrigos para a chuva fazem também parte do equipamento, como também um bom guarda-chuva, pois o jogo se joga em dias de tempo ruim também. Porém, nunca esquecer de passar protetor solar nos dias de sol.

A bolsa poderá ser levada em um carrinho de puxar, ou em um CART (carro elétrico ou à gasolina) levando em geral 2 jogadores. O caddie, uma pessoa que carrega a bolsa, deverá ser considerado como parte do equipamento, pois pode e deve auxiliar no jogo.
O CAMPO


Um campo golfe, na verdade, é a soma de vários pequenos campos, conhecidos como Buracos. Estes devem conter uma área de saída (Tee), delimitada por duas marcas espaçadas entre si o suficiente para caber um golfistas e a projeção de seu movimento. Deverá conter também um buraco, marcado por uma bandeira, geralmente cercado de grama cortada bem baixa, para que a bola possa rolar. O que ficar entre estes dois pontos vai determinar o número de tacadas necessário para jogá-lo (PAR). O número mágico de 18 buracos foi instituído no século XVIII, mas existem campos desde apenas 1 green, e vários Tee’s. Para competições, devido ao número de adeptos, há preferência por campos de 18 buracos. Existem complexos que possuem mais de 5 campos em suas dependências, alegrando a todos os níveis de golfistas.
Um Campo de Golfe poderá ser acompanhado por uma Sede, um Campo de treinamento (Driving Range), e também por outros esportes. Golfe e Tennis possuem uma ligação antológica, eis que o primeiro herda os adeptos do segundo com grande freqüência.
Existem arquitetos especializados em desenhar Campos de Golfe, e realizam verdadeiras obras-primas, aproveitando-se do relevo, da vegetação para criarem paisagens deslumbrantes. Os Campos devem ter projeto de irrigação e drenagem, para que possam ser utilizados em dias de chuva. Sua conservação demanda grande esforço e mão de obra especializada, visando torná-lo perfeito para ser jogado o ano inteiro.
AS REGRAS


Não são muitas as regras a serem estudas para se jogar golfe. Os princípios gerais de bom senso servem para os iniciantes.
Quem fizer menos tacadas ganha o buraco, e depois de somadas, o jogo. Para se equilibrar o jogo entre todos , foi criado o Handicap. Diz a lenda que um grande cavaleiro, para dar uma chance aos oponentes na competição de equitação, montava segurando a aba de seu chapéu ou boné ( hand /Cap). Nasceu daí um sistema fantástico, da média de tacadas acima do Par do Campo, que mede a competência e iguala os jogadores, podendo um novato derrotar um veterano. Existe também o jogo sem handicap, onde quem fizer menos vence.
As interpretações das regras, porém, cabem em um grosso livro de jurisprudência. Cada situação pode levantar uma série de interpretações a respeito dos problemas, devendo uma comissão de árbitros resolver os dilema.
Basicamente, a não ser no tee de saída, devemos bater na bola de onde ela se encontra. Cada vez que ela se mover, ou tentar ser movida, contará uma ou mais tacadas, dependendo do resultado. Existem situações que teremos que tomar uma, duas e até quatro penalidades para podermos continuar o jogo.
Depois de ser dada as tacadas no tee de saída, a regra é bater quem está mais longe do buraco, até o último embocar. Segue-se então para um novo buraco, após declarar e anotar o score no cartão.
Uma parada no meio do jogo, buraco 9, é comum entre os jogadores. Em Torneios profissionais, não há parada. Cada jogo dura entre 3 e 5 horas. Uma boa média é de 4 horas. Regras de etiqueta são observadas , tais como ficar imóvel, em silêncio, longe e atrás da bola o suficiente para não atrapalhar a tacada do seu parceiro. No putter, não ficar ou pisar na linha de jogo, que passa entre a bola e o buraco. Qualquer um que pretenda manter seus amigos e conhecer novos parceiros deverá ser portar conforme o figurino!
O SWING


O Swing traduzindo, é “o balanço”. Um movimento pendular, com o jogador fazendo seu eixo e girando o taco ao redor de si, ou abaixo de si em movimento circular ou pendular.
Basicamente o jogar irá girar o taco ao redor de seu corpo, tentando gerar o máximo de energia para acertar a bola, mandá-la em determinada direção e distância.
O menor swing é o do putter, aquele utilizado dentro do green, rolando a bola para o buraco. O maior e mais possante, o Full Swing, serve para os outros tacos da bolsa.
No swing, iremos girar para trás (backswing) até o máximo de torção, usando as pernas, o tronco, o braço e o até os pulsos, rodando o taco ao redor e para cima. Depois, basta inverter o percurso em direção a bola, acertá-lo, e terminar o swing até o fim (finish).
Um dos princípios é manter o olho na bola e a cabeça parada, tentando assim, ganhar equilíbrio e precisão.
Apesar do taco não ser exatamente pesado, ao se aplicar a fórmula E=MV2 (energia cresce diretamente proporcional à massa, e no quadrado da velocidade), veremos que o importante é a velocidade e não a força, para se conseguir uma tacada longa.
A técnica do swing, e suas variações, têm sido evoluído como o passar dos anos, tentando aproveitar o máximo do corpo humano, evitar lesões e melhorar a capacidade de repetição. Afinal, consistência é o sonho de todo golfista.

 










 
     
  20/01/2012
9º Campeonato de Caddies da FPCG


02/12/2011
4º Etapa circuito juvenil FPCG

 
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